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Um rapaz sueco desembarca na Califórnia, sozinho, sem um tostão no bolso e sem entender uma palavra de inglês. Confia que na costa oposta, em Nova Iorque, o seu irmão mais velho o espera, juntamente com as garantias de uma vida próspera e tranquila, e não lhe resta mais do que pôr-se a caminho, a pé. Durante esta longa viagem, esbarra com o fluxo de gente que procura no Oeste ouro e terras férteis, conhece naturalistas, criminosos, fanáticos religiosos, índios, homens das leis e das armas e, entre avanços e recuos, à medida que se torna um homem, torna-se também uma lenda. Com este que foi o seu romance de estreia, Díaz reconfigurou as convenções da ficção histórica, forçando um olhar sobre os estereótipos que povoam a nossa ideia de passado e os seus protagonistas. Ao longe anuncia um excecional autor.
Em Ao longe, Hernán Diaz pega em alguns dos estereótipos do olhar sobre o Oeste americano e, em simultâneo, dá-lhes vida. Não é só um livro premiado, é uma narrativa surpreendente.
Ana Bárbara Pedrosa, Observador
Um romance encantador.
Le Monde
Uma viagem odisseica, na melhor tradição do romance de aventuras.
El Periódico (Espanha)
Um romance poderoso e singular […] no qual Hernán Díaz consegue o mais difícil – criar uma personagem que permanece connosco. […] Este livro é, de facto, anómalo, um meteorito na literatura americana.
Il Gionale (Itália)
Uma história de aventuras de leitura compulsiva, que é ao mesmo tempo uma profunda meditação sobre solidão e companheirismo, sobre o estrangeiro e o doméstico; um romance de formação que respeita as grandes tradições do século XIX, mas que é também uma poderosa crítica aos mitos romantizados da colonização do Oeste americano. […] Um retrato singular e profundamente tocante da vida de um homem num mundo em rápida mudança.
The Guardian (Reino Unido)