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A análise sobre a coexistência pacífica aborda-a não apenas como um período da Guerra Fria (1955-1962), mas como um conceito evolutivo e polissémico na política externa soviética. O autor identifica as suas origens na necessidade de adaptação soviética e a sua evolução como uma estratégia de gestão de conflitos dialéticos.
Victor Santos vê a coexistência pacífica como uma ferramenta que transforma o conflito direto em um confronto "pacífico" (gestão de crises), influenciada por uma lógica marxista de luta de classes transposta para o cenário internacional.