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INFORTUNIO. (Versos). *** Martins Junior *** Lisboa: [Sem ind. de editor: provável Edição do Autor], 1932. (Centro Tipografico Colonial – Lisboa). (19,5 x 13 cm.) com 139 + [5] pp. + uma folha com um retrato do Autor a p/b.. Capa flexível. Exemplar razoável. Capa com marcas de manuseamento, algumas manchas, vincos, levemente empoeirada e um pouco gasta nas margens e na lombada, onde apresenta mesmo alguns pequenos rasgões, mostrando a lombada também alguns vincos de abertura. Embora acuse o uso e algum envelhecimento, de um modo geral, está ainda muito apresentável. Páginas globalmente bem conservadas e limpas, embora apresentem um tom amarelecido, próprio do papel, e algumas manchas (pouco frequentes, incidindo sobretudo na folha com o retrato e nas páginas contíguas). As primeiras e as últimas encontram-se também um pouco escurecidas, certamente devido ao contacto com a parte de dentro da capa. A quase totalidade das páginas está ainda por abrir. *** Primeira edição deste livro de poemas, que inclui uma carta-prefácio de Júlio Dantas, que nela louva como qualidades da poesia do Autor, «a expontaneidade da forma e a sinceridade do sentimento.» De seu nome completo João Augusto da Silva Martins Júnior, abrantino, natural de Carvalhal, Freguesia de S. Miguel do Rio Torto, onde nasceu em 1883, o Autor foi um destacado republicano, mas descontente com a política desastrosa que, na sua opinião, era levada a cabo pela Primeira República, participou na revolta de Almada, em 2 de Fevereiro de 1926, chefiando uma coluna da Escola de Artilharia de Vendas Novas. Com a revolta prontamente controlada pelas forças governamentais, foi, tal como outros cabecilhas da insurreição, deportado para os Açores e seria aí que, alguns meses depois, receberia a notícia do triunfo do golpe militar de 28 de Maio, após o qual foi libertado. Depois do regresso dos Açores, o Marechal Gomes da Costa propôs-lhe o lugar de Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, que prontamente recusou, tendo-se dedicado à sua vida particular e à escrita, tanto em prosa como em poesia. Foi também jornalista, colaborando activamente no semanário O Libertador, que fundou em Lisboa em 1924, e do qual foi director. Fixou residência em Lisboa, onde viria a falecer em Novembro de 1946. *** Portes: envio gratuito em correio normal (tarifa especial para livros) * envio em correio registado: 1,70