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O mais célebre romance de Mary McCarthy relata a vida de oito jovens licenciadas nos anos 30 em Vassar, uma das mais elitistas e conceituadas universidades femininas americanas.
Oito jovens de diferentes níveis sociais e personalidades muito diversas - conhecidas como O Grupo - encontram-se uma semana depois de terem terminado o curso para assistir ao casamento de Kay. A cerimónia é o ponto de partida para as suas vidas de adultas nas suas alegrias e tristezas - no trabalho, no amor, no sexo, ou num quotidiano mais ou menos convencional.
Ao longo dos anos seguem percursos distintos, mas todas têm como objectivo comum serem diferentes dos pais.
A Introdução é de Candace Bushnell, autora de O Sexo e a Cidade e aborda exactamente a influência que o livro teve na sua obra.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Mary McCarthy foi uma das intelectuais mais brilhantes da sua geração [...] Apesar de McCarthy não se considerar uma escritora feminista (para ela, o feminismo era uma mistura de “auto-piedade, histeria e ganância”), “o Grupo” tornou-se tão importante e resistiu melhor ao tempo – talvez por ser romance – do que “O Segundo Sexo” (1949), de Beauvoir, ou “A Mística Feminina”, de Betty Friedan (1963). Como Dorothy Parker antes dela e Susan Sontag, depois, a sua própria vida e a sua voz límpida e vibrante impuseram-se num domínio onde imperavam os “machos” alfa que não apreciavam tanta ousadia.»
Helena Vasconcelos, Público
«O melhor livro de Mary McCarthy… maravilhoso… um livro profético que prepara o terreno para os romances de protesto e libertação da década seguinte.»
The Independent