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Opúsculo raríssimo de poesia experimental portuguesa, O futuro defunto que se parece comigo reúne textos panfletários em três momentos – “Três rezas”, o poema-título e “Três baladas tripeiras” – onde o humor negro e a ironia se cruzam com uma voz urbana e profundamente livre.
Publicada em 1991 em edição do autor (tiragem de 155 exemplares), esta obra é um objeto perfeito para quem coleciona poesia de vanguarda, ephemera literária e edições marginais. Impressão em off-set, na Copipronto, Porto.
Abílio-José Santos (1926-1992), poeta e desenhador natural da Maia, foi uma figura pioneira na poesia visual e na arte postal. A sua obra combina experimentação tipográfica, gesto gráfico e uma frontalidade crítica pouco comum.
Se procura um livro pequeno em tamanho, mas grande em personalidade – e praticamente impossível de encontrar – esta plaquete é para si.
- Encadernação: Capa mole
- Ano: setembro de 1991
- Páginas: 16 (não numeradas)
- Dimensões: 21 x 14,5 cm
- ISBN: n/d