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Em A Ideia de História, R. G. Collingwood – filósofo e arqueólogo de Oxford – propõe uma reflexão decisiva sobre o que é, afinal, fazer História. Partindo de Heródoto e chegando ao século XX, o autor acompanha a evolução da historiografia e mostra como o trabalho do historiador não se limita a acumular factos: exige crítica das fontes, interpretação e, sobretudo, a reconstrução das intenções e raciocínios de quem viveu no passado.
Nesta obra póstuma, organizada a partir de manuscritos, Collingwood defende que compreender um acontecimento implica reconstituir o pensamento que o tornou possível – uma ideia que marcou gerações de historiadores e cientistas sociais.
Na edição portuguesa da Editorial Presença, coleção "Biblioteca de Textos Universitários" (n.º 2), com tradução de Alberto Freire, o leitor encontra um texto claro, exigente e surpreendentemente atual, útil tanto para estudantes como para leitores curiosos sobre método histórico.
Se procura um clássico de teoria da História – daqueles que mudam a forma como lemos documentos, memórias e notícias – A Ideia de História é uma escolha segura para a sua biblioteca.
- Encadernação: Capa mole
- Ano: 1981 (5.ª ed.)
- Páginas: 401
- ISBN: n/d