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Edição Relógio d'Água de 2006
A modernidade que aqui me interessa é a que corresponde a um período que se abre sensivelmente em meados do século XVIII e que podemos considerar prolongar-se, sob transformações que não o afectam substancialmente, até hoje. E porque é que a noção de fronteira pode ser interessante a seu respeito? Porque é que a concebo como centralmente pertinente para os modos de entender (e fazer) modernidade?